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Quando nasce uma criança, nasce também uma mãe

Mulheres, mães, pais, avós e todos aqueles que conhecem uma mulher, que um dia teve um filho. Esse post vai para vocês!

Quando nasce uma criança, nasce também uma mãe, e nesse momento a mulher tem sensação que sua identidade ficou estremecida, perdida..

E anterior ao papel de mãe, existem ou existiram outros papéis (esposa, tia, irmã, profissional, amiga).

Porém, ao nascer um bebê, o papel de mãe grita mais alto e exige da mulher uma entrega surreal.

Algumas mulheres sentem essa fase difícil, mas com um peso menor e se “deliciam” com as dificuldades e estranhezas (curtem as olheiras, a flacidez, as poucas horas de sono, a amamentação, o “chorinho enlouquecedor” de seu bebê). Outras mães, simplesmente passam por essa fase, esperando ansiosamente ela acabar.

O importante é entender que vivenciar essa fase com mais ou menos desespero, não está relacionado a amar mais ou menos o seu filho, mas está relacionado à personalidade de cada uma, perfil, escolhas, hábitos e prioridades anteriores ao papel de mãe.

E o fato de uma mulher se escolher em primeiro lugar em alguns momentos, não significa não amar o seu filho! Significa apenas se priorizar.

Trabalhar, malhar, passear, se cuidar, não significa deixar de ser mãe, até porque, o ser humano tem uma capacidade linda de transitar em diversas atividades, realidades e roupagens, basta a mulher se apropriar disso e seguir vivenciando a sua diversidade de papéis.

Você é mãe? Como você transita entre os outros papéis da sua vida? Você dedica seu tempo para os outros papéis? Compartilhe sua história…

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